Contos eroticos - Hotel
A caminho do Hotel sai do cinema mais cedo porque estava
cansada e estava satisfeita com aquele encontro ardente que tive no cinema. Apanhei um táxi e fui para o meu hotel descansar da agitada noite. Ainda era cedo e estava sem sonho. A medida que ia no táxi pode ver pela janela as ruas vazias. Olhei para o motorista, pelo espelho retrovisor. Os nossos olhos trocaram-se por momentos. Ele era jovem, alto, bom corpo e era de origem africana. Passou-me logo uma ideia pela mente, queria ver se era verdade ue africanos tem grandes instrumentos. Essa ideia começava a provocar-me suores frios e arrepios de prazer. Não sabia como começar. Pelo olhar dele pode ver que o desejo era mutuo. Decidi provoca-lo um pouco mexendo nas minhas mamas, tocando os meus seios ao de leve. Ele não parava de olhar pelo espelho retrovisor e eu avancei um pouco e pus a minha mão bem entre as pernas dele. O volume que estava la era enorme. Estava a morrer de desejo que aquele bocado de carne entrasse por min a dentro ate não aguentar mais. ele parou o carro e era uma zona sem ninguém. Sai do carro e fui para o banco da frente, desapertei aquelas calças, abaixei os cuecas e aquele membro ficou bem a minha vida. Agarrei como de um brinquedo se trata-se e comecei a mexer um vai e vem . Aproximei a minha boca la e comecei a engolir aquele membro, grosso e comprido. O motorista agarrou-me pelos cabelos e comecei a mamar aquele membro. Percorria com a minha língua toda área, estava a adorar ter tudo aquilo dentro da minha boca.
E ele não se demorou a querer vir-se, eu tirei-o da minha boca e comecei a fazer com que ele se vie-se. A espora começou a sair e eu adorei ve-la a sair. Então puxei as minhas cuecas para o chao do carro, pus-me em posição e coloquei aquele grande instrumento dentro de min, queria ser penetrada. Comecei num vai e vem louco sem parar, queria comer aquele gajo, queria foder aquele africano. Estava a adorar tudo aquilo, ela não parecia ter ficado afectado por ja se ter vindo uma vez. Aquilo foi bom , a sençasão foi maravilhosa, e ele veio-se mais uma vez dentro de min. Estava satisfeita, e vesti me e fomos para o hotel. fiquei com o numero dele para me devirtir mais vezes mo porto. Fui dormir satisfeita, tinha feito sexo com dois desconhecidos numa so noite. ainda falta mais 2 dias no porto e tinha muita coisa para sentir no porto..
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Contos Eroticos
No Regresso a casa De regresso a casa, depois de um dia de trabalho, eis que me apetece dar uma volta de carro... eram umas onze da noite, de Inverno, meio chuvoso, a meio da semana, quase ninguem nas estradas... perfeito.... acendo uma, ponho um som ambiente, a/c no quente, e relax.... Lembro-me de dar uma volta pela caparica, fonte da telha... ver o mar é perfeito assim... passado o centro da caparica, faco-me a estrada em direccao a fonte da telha. Ninguem nas estradas... Eis que comeco a lembrar-me da praia 19 e fico logo cheio de tesao..... so de imaginar uma boa mamada naquela altura... mas passei a saida da praia 19 e continuei... ate que mais a frente arrependi-me e voltei para tras... entrei na estrada, com cautela, e fui andando... Chegando a ultima praia, havia uns 2 carros a circular... nitidamente no engate... dei uma volta calma, e dirigi-me para a saida da ultima praia... eis que um carro liga as luzes e segue atras, ao longe.... virei para outra praia a seguir que estava deserta... andei devagar, e parei o carro num sitio meio-escondido.... o carro dele chega, para mais ou menos a uns 30 metros, e sai um homem do carro... aparentava uns 50 anos, 45, bem conservado, com alguma barriguinha.... como eu gosto.... ;) desliga o carro, fecha-o, e ele dirige-se a meio caminho. puxa um cigarro, acende-o, e leva a outra mao ao bolso das calcas, mexendo no proprio pau... eu fiquei cheio de tesao.... sai do meu carro, acendi um cigarro, e dirigi-me a meio caminho.... ele comecou a andar para o meio da vegetacao, de modo a estarmos mais a-vontade. segui-o, e quando cheguei perto dele, estava com o pau de fora, a bater uma..... olha para mim e sorri... aproximei-me, e mal toquei no pau dele ele comecou logo a tirar o meu para fora, ajoelhou-se e comecou uma mamada divinal... ali, ao ar livre, de noite, lindo..... venho-me na boca dele, e como ele engoliu, a tesao manteve-se. virei-o de costas, debrucei-o, e ele apontou o meu pau para o olho do cu dele, que estava sedento de uma boa foda..... comi-lhe o rabo ate ele gemer de prazer, ele veio-se, eu vim-me novamente..... limpamo-nos, fumamos um cigarro, e no caminho de regresso aos carros ainda fizemos mais umas mamadas.... fui para casa, bem mais contente.... |
Conto Erotico A Rainha da noite...
Eis que irrompe pela porta um branco sorriso num moreno rosto e cristalino esverdeado olhar, sente-se hoje rainha de uma amena noite de verão, a musica toca as suas ondas harmoniosas envolvem a pele bronzeada fazendo vibrar o seu intimo agitando as suas hormonas libertando-as no ar. Ao passar muitas cabeças rodam muitos sorrisos e mesmo subtis toques que desculpados pela falta de espaço ora nos braços ora nas ancas, provocando-lhe por vezes agradáveis e inesperadas sensações, junto ao balcão é lhe servido um licor de Whisky de leitoso sabor que degustado aquece, o seu pescoço fino deixa escapar algumas gotas de suor apagadas por uma gentil mão que o percorre até bem perto dos seios.
Uma palavra aqui, um beijo acolá socializa sendo o centro de atenção do grupo, esta noite é a sua, um dia de praia um bom banho de agua doce seguido de um leite corporal revigorante deixam-na preparada para arrasar a concorrência. Sabendo que é cobiçada dá-se ao luxo de escolher a companhia com que irá terminar a noite. Na pista os sons de verão movem corpos, despertam a sensualidade, uma feroz luta de personagens onde as armas usadas são a ousadia, mordiscar subtil de lábios levam a melhor, aproxima-se de um casal a forma como dançam fazem-na sonhar por um momento de cumplicidade igual, aquele dois corpos unidos numa sintonia excitante despertam-lhe os sentidos, o seu peitos deixam escapar arrebitados mas discretos bicos e movendo-se copiando o que observa, atrai a sua atenção eles sorrindo convidam-na a aproximar-se até que o odor dos corpos seja notado, identificando de imediato a excitação destes seu novos “amigos”. Ela e a mulher interagem entre si deixando-o com um mero espectador, cansadas recolhem-se até aos jardins tentando refrescar-se com a brisa suave caminham até que um convidativo banco lhes permite sentar, à sua volta outros bancos ocupados por vultos envoltos em gemidos reclamam para si uma noite de prazer, elas gracejam e comentam fantasiando quem será. Um tilintar de copos interrompe o momento é ele com três flutues e uma garrafa de champanhe, brindes e mais brindes até que uma mão feminina lhe toca numa perna ela colocando a sua mão por cima entreabre as pernas conduzindo até junto do seu sexo suado e molhado, de olhos cerrados beijando a boca da sua nova amiga deixando a sua pele arrepiada outra mão agora masculina timidamente abre o seu caminho até ao local onde outras mão se deliciam sendo igualmente recebida por outra, roda a cabeça solta um breve suspiro e beija aquela desenhada boca, liberta-se e divide-se entre carícias desabotoando as calças dele, subindo o vestido dela, detém agora dois sexos, um molhado e saboroso outro rijo e suculento na indecisão de qual dever possuir naquele momento. As alças do seu vestido caem como por magia e duas bocas atacam os seus peitos de bicos intumescidos, deixando-a sem forma de escapar ao excitante desejo de os ter só para si. Estremecendo de prazer tem um orgasmo audível por todos, ergue-se em espasmos sentando-se no colo dele fazendo desaparecer um erecto e latejante pénis no vulcão ameaçador que é o seu sexo. Uma língua lambe o clítoris saliente, enquanto cavalga o seu garanhão nesta desenfreada corrida, satisfeita troca de posição emprestando a vara à respectiva dona que sem demoras escorrega até que apenas fiquem de fora a bonitas bolas que a ornamenta num vai e vem colossal. Ela diverte-se com elas pedindo como troféu o sumo que sairá, ele solta um urro denunciador, está eminente a entrega a sua dona levanta-se apontando a vara na direcção da sua boca que abocanha para não desperdiçar uma gota que seja. Jactos galopantes inundam a boca para seu deleite deixando-a agora satisfeita e vitoriosa. Despedem-se trocando números de telefone e promessas de novos encontros…. |
Conto Erotico Passagem de Ano a 3
Estávamos na última noite de 1990, a aguardar ansiosamente pelo entrada no novo ano. Tinha aceite um convite da minha namorada para passarmos a noite de reveillon na quinta de uns amigos dela perto de Coruche. Eu tinha 19 anos feitos à pouco, e ela 18 feitos à menos, namorávamos há 3 meses, tendo-nos conhecido na faculdade onde fui o seu padrinho de praxe. Ela era uma adolescente linda, 1,65, peito grande, corpo curvilíneo e um sorriso desarmante, cobiçada por metade da faculdade e eu tinha tido a sorte de namorar com ela.
Toda ela era sensualidade, respirando erotismo por todos os poros e os seus olhos provocantes pareciam dizer a todo o instante “come-me”. Já tínhamos tido relações algumas vezes e de cada vez era uma experiência inesquecível. Era ousada, inventiva e gostava de sexo, o que para um rapaz de 19 anos era o céu. Pois bem, estávamos na quinta juntamente com mais umas 30 pessoas. Era um grupo enorme, e metade não se conhecia. Jantamos, bebemos, conversamos, conhecemo-nos e divertíamo-nos. A música estava animada, a bebida circulava com abundânica e antes das 23H já havia muita gente bêbada, entre os quais eu e a Sandra. Estávamos a dançar um slow quando ela me segreda “Está ali uma gaja a galar-me há mais de meia hora”, “onde”, pergunto e ela vira-me da direcção dessa rapariga. Vejo uma morena, alta, de cabelo curto. O rosto não era muito bonito, tinha um peito pequeno mas o rabo era uma delicia e as pernas, deixadas à mostra por uma minúscula mini saia eram do melhor que já tinha visto. Sorri para ela e falei para Sandra “é boa. Conheces?”, “não” respondeu ela, “mas está-me a dar tesão”, “A sério? Queres experimentar?” perguntei já com a cabeça a mil. Ela levou a mão às minhas calças e olhando bem nos meus olhos “hum, parece que há mais alguém com tesão. Vamos lá acima ao quarto para resolver isto” e pegando-me na mão puxou-me para fora do salão em direcção às escadas. Enquanto ia sendo arrastado olhei à volta mas já não vi a morena e pensei que teria ido à vida dela. Tínhamos acabado de sair a porta do salão e à nossa espera estava a morena, de sorriso nos lábios “Olá, sou a Ana e vocês?” apresentamo-nos, cumprimentei-a com dois beijos e quando a Sandra foi fazer o mesmo ela desviou a cara e beijou-a na boca. Incrédulo com o que estava a ver pensei que a Sandra lhe ia dar uma estalada, mas para minha surpresa respondeu ao beijo de forma quente e espontânea. Deixei-as beijarem-se e quando finalmente quebraram o beijo desataram e rir. Efeitos do nervoso, excitação e álcool. Eu escusado será dizer estava com uma tesão que parecia que ia rebentar e sem dizer uma palavra só arfava. Mais uma vez tomaram a iniciativa e pegando-me na mão dirigimo-nos os 3 para o quarto. Lá dentro, e depois de trancarem a porta recomeçaram a beijar-se, mas desta vez eu não queria ser deixado de fora e juntei-me a elas. Um beijo a 3, as línguas a chocarem umas com as outras, as mãos e explorarem os corpos uns dos outros. Em pouco tempo estávamos sem roupa e senti-me jogado na cama e literalmente atacado pelas duas que em simultâneo começaram a fazer-me um broche, primeiro as duas a lamberem-me o pau de alto a baixo e depois enquanto a Sandra me chupava os tomates a Ana abocanhou-o. Era excitação a mais para mim e soltando um guincho comecei a vir-me em jactos grandes e espessos que as duas se prontificaram a receber nas bocas e que partilharam entre elas sofregamente até não restar uma gota. A Sandra já eu sabia que gostava, e pelos vistos a Ana também. Eu devo ter fechado os olhos um bocado, porque só me lembro de abrir os olhos e ver a Sandra deitada na beira da cama e a Ana com a cabeça enterrada entre as pernas dela. Pelos vistos sabia o que estava a fazer porque a Sandra gemia muito e em pouco tempo estava a tremer sob a força de um orgasmo. Eu, juntei-me à Ana e comecei a beijar-lhe as mamas e a morder os mamilos o que a fez ficar ainda pior e atingir outro orgasmo rapidamente e desfalecer na cama sem força. Eu, que estava cheio de tesão deitei a Ana na cama e comecei a lamber-lhe a cona, penetrando-a com os dedos. Nem me preocupei em ser meiguinho ou em dar-lhe prazer. A tesão era muita, eu queria era lamber aquela cona cabeluda, mas mesmo sem grandes cuidados ou primores a tesão era tanta que em poucos minutos ela veio-se e ao contrário da minha namorada a Ana ejaculou muito, nunca tinha visto e fiquei surpreendido mas esforcei-me para lamber tudo. A Sandra começou a dar sinais de si e disse-me que queria sentir-me dentro dela enquanto ela lambia a Ana. Aproveitando a posição desta pôs-se de quatro e eu penetrei-a, mais uma vez à bruta tal era a tesão. Enquanto me esforçava para não me vir só ouvia os gemidos da Ana e a Sandra a Dizer “que saborosa, nunca tinha lambido uma cona, é tão bom”. Não aguentei e despejei tudo dentro dela, que olhou para mim com um ar de chateada por eu ter acabado tão depressa, olhar que rapidamente passou quando a Sandra se virou e começaram a fazer um 69 com a Ana a lamber o esperma que saia da Sandra. Eu, fiquei pronto ao ver isto e porque estava doido para comer a Ana, e aproveitando que ela estava de joelhos penetrei-a por trás. Era muito diferente da Sandra, mais larga e mais funda, o que juntamente com todos os sucos que a inundavam me fazia deslizar muito facilmente. A visão era sublime e muito erótica, a Ana de quatro, a Sandra deitada debaixo dela num 69 que as fazia gemer e eu a comer a Ana por trás. A Sandra ia lambendo a Ana e ao mesmo tempo o meu pau, percorrendo todo o tamanho do mesmo sempre que este saia para voltar a entrar. Num movimento mais brusco saí de dentro dela e quando fiz o movimento para voltar a entrar e sem qualquer intenção apontei ao cu, o que fez a Ana dar um gritinho e dizer “Sim, sim, enrraba-me”. Não me fiz esquisito e pressionando coloquei tudo dentro daquele rabo apertado, com as duas a facilitarem a tarefa, a Ana pressionando o corpo em minha direcção e a Sandra abrindo as nádegas. Mais uma vez foi demais para mim e ao final de poucas estocadas vim-me inundando-a. Só me lembro de ver o meu pau flácido a sair de dentro dela, o olhinho a fechar lentamente e um fio de esporra a escorrer, tendo caído inconsciente na cama. Quando acordei já era de dia, e a Sandra dormia a meu lado. Da Ana nem sinal. Depois dessa noite ainda namorei com a Sandra mais 6 meses. Nunca mais nos aconteceu nada igual e nunca mais vimos a Ana. Apenas sabíamos que estudava em Coimbra. Passado 11 anos, e por coincidência encontrei-a na Figueira da foz. Mais isso é outra história. |





